Muita gente já se deu conta do potencial que o Instagram tem para vender coisas, mas pouco se vende por lá ainda. Como o mundo é dos espertos, alguém já foi lá, surripiou a ideia lançando a versão e-commerce da plataforma. O Garage não nasceu na China, mas poderia por ter nascido por ser uma cópia tão fiel, e sim na Itália.

E pelo que vi, já tá bombando… baixa aí e depois conta o que achou. Tem coisas bem interessantes à venda, mas a maioria ainda na Itália.

via Coolhunting

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Quem me conhece, sabe o quanto eu me apaixonei pelo SXSW, tanto que fui por dois anos consecutivos me esbaldar no maior carnaval indie do planeta, em Austin. E quem vai uma, vai duas, vai três, não pára mais.

Já discorri longamente sobre o assunto e já convenci (como se precisasse) meio mundo a me acompanhar  na empreitada. Apesar de ser em março, as inscrições começam cedo, tanto que já estão abertas. A vantagem em se registrar com tanta antecedência, é conseguir um hotel no Centro, porque se há algo que falta em Austin, são hotéis (ouvi rumores que estão construindo uma região hoteleira para abrigar o crescimento de 1/3 da população durante o festival, mas até sair, é melhor correr). A reserva do hotel é feita agora, a confirmação em dezembro e o pagamento somente lá. Porém, se cancelar a reserva, é paga uma taxa, mas ainda assim vale a pena correr o risco.

Para os mais afoitos como eu, corram, além de conseguir ficar colado ao Austin Convention Center, ainda garante um preço melhor. Aliás, prepare-se porque não é um festival barato, afinal ele dura 10 dias para quem for se aventurar no interactive, música e cinema. E sim, vale a pena abraçar os três.

Nessa última edição, eu me incomodei com a lotação. Tinham 3 vezes mais pessoas e tudo estava super lotado, com filas, com frustrações de não entrar, com criação de “fura fila” para 2 locais por dia para quem tem a badge platinum (mas tem que madrugar no ACC para conseguir lugares disputados), restaurantes lotados. Enfim, apesar do festival ter dobrado de tamanho, aumentado a quantidade de venus e estruturado melhor a divisão dos temas, ainda assim sinto que ele não deu conta e torço para que ele crie o famoso “sold out”.

Por enquanto não decidi se vou, talvez eu precise de um respiro e aventuras por outras bandas, além de 2013 ser o ano do casório. Porém, como eu mudo de ideia o tempo todo, não consigo garantir que essa decisão é definitiva. Quem já tem a certeza e quer ter um mínimo de comodidade possível, sugiro já se descabelar e se registrar.

 

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Eu aposto que Madrid vai ainda dar mais o que falar em 2013. Logo mais eles embarcam para uma turnê europeia e duvido que eles voltem tão cedo para o Brasil. Lembro-me quando encontrei a Marina e ela contou que ia começar o projeto com o Adriano, mas na época eu não tinha a menor dúvida do que viria por aí. Achei que seria algo completamente diferente do caminho que seguiram. E Madrid é lindo, bem produzido (pelo próprio Adriano) com canções belíssimas. Sad Song com certeza está entre minhas favoritas. É triste como o título sugere.

Para quem ainda não arriscou ouvi-los, sugiro dar um pulo no soundcloud da dupla para se surpreender. Perdi todas as chances de assisti-los ao vivo e pelo jeito vai demorar um bocado até tocarem por aqui novamente. Sorte de quem viu, azar de quem, como eu, vai ter que esperar.

Aos que andaram rodeando qualquer outro planeta que não esse, dê um play nesse vídeo e chore como eu:

E aqui tem uma entrevista feita com a dupla pelo Lineup Brasil:

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Com estréia prevista para Outubro deste ano, Cloud Atlas é uma obra de parceria entre os diretores Lana WachowskiAndy Wachowski, da trilogia de Matrix e Tom Tykwer, de Run Lola Run. Baseado na obra literária de David Mitchell, o filme conta uma história meio maluca de reencontros temporais entre pessoas, seus karmas e as consequências dos atos humanos em diferentes estágios do tempo.

Na produção, Tykwer ficou com as cenas de épocas e os Wachowski fizeram a parte de ficção científica. O que parece ter funcionado, pois o roteiro era tido infilmável pela maioria dos diretores.

Com muitas imagens impressionantes, o trailer  demonstra que o filme é bastante pretensioso quanto a sua invocação épica, além de todo apelo visual.

Cloud Atlas is an epic story of humankind in which the actions and consequences of our lives impact one another throughout the past, present and future as one soul is shaped from a murderer into a savior and a single act of kindness ripples out for centuries to inspire a revolution.”

No vídeo acima, os diretores falam sobre a idéia que os levou a fazer o filme, além de uma curiosidade; A mulher, Lana Wachoski, costumava se chamar Larry Wachoski. Sim, ele mudou de sexo e essa é uma das suas primeiras aparições em frente as câmeras depois da transição.

Particlarmente, eu ponho fé no filme, apesar de toda a fantasia. A ambição de filmar algo assim merece um crédito, não? Além disso, o elenco muito me agrada.

 

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Aula teórica de geografia rápida: o globo terrestre está inclinado cerca de 23,5 graus, o que faz com que o Sol passe exatamente 90 graus da superfície (leia-se: do chão) ao meio-dia do solstício de verão (21 de dezembro) para nós que vivemos sobre o Trópico de Capricórnio. Para quem está abaixo do Trópico de Capricórnio, ou acima do de Câncer, isso nunca acontece, o Sol sempre está mais ou menos inclinado. Junto com essa inclinação, varia também a posição de nascimento e pôr do astro-rei.

Aula prática de geografia rápida: mais ou menos nos dias 29 de maio e 12 de julho de cada ano, o Sol se pôe em uma posição tal que ele se alinha completamente com plano urbanístico cartesiano da cidade de Nova Iorque, estabelecido em 1811. A esse fenômeno foi dado o divertido nome de Manhattanhenge, em referência às místicas rochas inglesas. Nesses dias, muita gente se mobiliza para conseguir um lugar cativo na ponta leste da ilha, para ver a língua de calor alaranjado varrendo as ruas de ponta a ponta. As fotos são lindíssimas, e fico imaginando que deve ter muita gente organizando eventos e festas para curtir esse espetáculo tão simples, natural e democrático.

O Manhattanhenge de 2012 foi especialmente bonito, já que o céu estava limpíssimo e o Sol deu 100% das caras entre os arranha-céus. Dá uma olhada.

Em Nova Iorque, o mesmo acontece com o Sol nascente por volta dos dias 5 de dezembro e 8 de janeiro, mas como daí é inverno, imagino que pouca gente se anime a sair da cama na madrugada para ficar a postos com a máquina fotográfica. O fenômeno acontece também em outras cidades com malha viária regular, como Chicago, Montreal, Baltimore e Toronto.

A foto de abertura veio daqui.

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Criei um hábito de buscar por novidades sonoras às segundas-feiras. Primeiro porque geralmente minhas segundas começam, muitas vezes, de forma explosiva e música me acalma. Segundo porque gosto de ouvir novidades. Hoje algumas sonoridades me pegaram de jeitinho, por isso resolvi compartilhar a trilha para a semana, que promete ter dias de 30 horas. Pega aí!

Achei lá no Move that Jukebox esse mixtape do Flying Lotus, primeiro da série Lovers Melt, que promete nos embalar com muito R&B e hip-hop. Calmaria pura:

Ainda falando sobre Flying Lotus, vale lembrar que participa do próximo álbum do Thom Yorke.

A segunda escolha de hoje foi a dupla britânica de nu disco Daniel Tyler e Conrad McConnell, que juntos formam Idjut Boys. No último dia 24/7 lançaram o novo álbum Cellar Door, recheado de influências de jazz, pop, folk e funk. Apesar de quase 20 anos de carreira, esse é o primeiro álbum da dupla (para quem tem Spotify, rola ouvir o álbum na íntegra).

Ontem voltei a ouvir o Renato Godá, que vai ser destaque da coluna “Bandas que você nunca ouviu, mas deveria”, e me apaixonei pelo álbum “Canções para Embalar Marujos” na próxima Noize, cheio de referências que vai de Tom Waits a Leonard Cohen. Logo mais farei um post só sobre ele (e o novo álbum que deve ser lançado logo mais). Ouve aí que é muito bom: